Motor turbinado: dor de cabeça ou paixão dos amantes de performance? Saiba como cuidar do seu carro

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 Os motores turbinados conquistaram espaço no coração de quem busca desempenho, aceleração rápida e respostas imediatas ao acelerar. No entanto, junto com a potência vem a responsabilidade: muitos motoristas se perguntam se esse tipo de motor é realmente “uma dor de cabeça”. Especialistas afirmam que, quando bem cuidado, um motor turbinado não precisa ser problemático. O segredo está na manutenção preventiva e em hábitos de condução conscientes. A principal atenção deve ser dada à lubrificação e à temperatura do motor. Como o turbo trabalha com gases extremamente quentes, o óleo precisa estar sempre limpo e em nível adequado. Ignorar esse cuidado pode reduzir drasticamente a vida útil do motor. Além disso, é fundamental respeitar o tempo de resfriamento após trajetos intensos. Muitos donos de carros esportivos ignoram o aviso, desligando o motor imediatamente após alta rotação, o que pode causar desgaste prematuro no turbo. Manter o veículo abastecido com combustível de qualidade...

A história do carro

 O primeiro meio de transporte a fazer uso de um motor a gasolina para se locomover foi um automóvel que continha somente três rodas e foi criado no ano de 1885 por um alemão de nome Karl Benz.

Com o passar do tempo foram sendo idealizados outros exemplares, muitos deles com o que era chamado na época de “motor de dois tempos”, idealizado em 1884 por Gottlieb Daimbler.

A partir de então teve início a corrida pela produção e venda de automóveis, iniciada por uma empresa francesa conhecida pelo nome de Panhard et Levassor. No ano de 1892, o conhecido Henry Ford fabricou seu primeiro carro, o Ford, na América do Norte.

Os ingleses entraram na concorrência um pouco mais tarde, se comparado aos outros países europeus, devido a uma lei vigente na época, conhecida como “bandeira vermelha” – o automóvel não poderia ultrapassar os 10 km por hora e deveria levar na frente uma pessoa segurando uma bandeira vermelha para sinalizar aos pedestres que o automóvel estava passando, a pelo menos 60 metros de distância, a noite costumava-se utilizar uma lanterna.

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